Vítor Pereira resume jogo de Barcelos em cinco frases

‎"Há que dizer uma coisa: aquilo que vi hoje foi uma arbitragem vergonhosa. Se quiserem já encomendar as faixas, se quiserem levar a outra equipa ao colo, levem-na. A nossa equipa esteve mal, o Gil Vicente digno e a equipa de arbitragem uma vergonha. A arbitragem foi vergonhosa e, no meio disto tudo, só o Gil Vicente merece os parabéns. Ficaram dois penáltis por assinalar a nosso favor e escapou à equipa de arbitragem o fora-de-jogo que deu origem à grande penalidade contra nós."

E mais não há a dizer.

Empate no agora chamado vulcão...

Boas festas!

O Dragãozinho deseja a todos umas óptimas festas nesta época natalícia e de mudança de ano!

Jogo em Paços de Ferreira vale pelo resultado

Vítor Pereira deve ter pensado, juntamente com a estrutura do clube relacionada com o futebol, que o melhor era começar 2012 da melhor maneira possível, pelo que decidiram antecipar um jogo da Taça da Liga (sem interesse nenhum, sem ritmo, sem grandes jogadas e magia) para o fim do ano corrente.

Se assim foi, foi a decisão correcta, porque um jogo como aqueles não pode servir como motivação no início de época (imagine-se, no regresso aos trabalhos, o nosso técnico a dar uma palavrinha aos jogadores: 'vamos lá, vamos lá a continuar o grande momento! [Hulk, James, Moutinho, etc, a pensar: 'Grande momento? Eu só me lembro do jogo desinteressante contra o Paços!...']).

Tal como já referi foi um jogo sem grande interesse, pelo que não vale a pena alongar-me por muitas linhas; quanto às novidades, Iturbe ficou mais uma vez no banco (sem jogar qualquer minuto na partida) e Alex Sandro completou os noventa minutos, tal como Mangala e Rodríguez.

O próximo jogo é só daqui a dezasseis dias, em Alvalade. Nada melhor que uma vitória em Lisboa para começar o ano da melhor maneira possível, com balanço para os jogos com o Manchester City em fevereiro.

Jogo 'à Porto' para assustar o City

Depois do sorteio da Liga Europa, que só vinha avisar que tínhamos de continuar a subir o nosso nível de jogo para obtermos bons resultados a nível europeu nesta época, defrontávamos o perigoso Marítimo no último jogo da Liga Portuguesa em 2011.

Num surpreendente quinto lugar, a equipa madeirense deslocava-se ao Dragão para pontuar, mas desde cedo se viu que o jogo seria de sentido único, rumo ao(s) golo(s) portista(s): atacámos e atacámos, perdemos a conta aos remates, mas a bola não entrava. Porquê? Porque Peçanha esteve inspiradíssimo e, até aos oitenta minutos de jogo, não falhou uma defesa. O uruguaio Cristian Rodríguez, regressado aos relvados, inaugurou o marcador e três minutos depois Otamendi forçou o auto-golo madeirense, fixando o resultado final em 2-0.

Em suma, foi um jogo extremamente positivo, disputado ao mais alto nível pelos nosso atletas, que fizeram de tudo para obter a vitória (e que vitória volumosa que poderia ter sido...) e começar assim a assustar o Manchester City.

Manchester City nos dezasseis-avos da Liga Europa

Quase um mês depois, a verdade é que voltar a escrever neste espaço era já uma opção tomada alguns dias.

Pelo caminho ficaram as celebrações dos títulos de campeões mundiais de clubes e a eliminação da Champions League - onde, diga-se de passagem, bem que merecíamos a vitória e o consequente primeiro lugar -, mas o sorteio da Liga Europa fica aqui registado.

O Manchester City, líder do campeonato inglês e treinado pelo Roberto Mancini, foi tal como nós despromovido da Champions e viajará ao Dragão para mais tarde nos receber na cidade inglesa.

Com jogadores como Kun Aguero, Dzeko, Nasri & companhia, a equipa inglesa parece estar a concentrar-se nas competições internas - que lhe escapam há já algum tempo - mas assume claro favoritismo para esta eliminatória, em que espero que consigamos defender o estatuto de campeões em título rumo a uma nova final.

Em caso de vitória, teremos pela frente nos oitavos-de-final o vencedor do encontro entre o Sporting e o Legia.

Hibernação por tempo indefinido

Enquanto Vítor Pereira estiver relacionado, seja de que maneira for, com o Futebol Clube do Porto, não volto a escrever neste espaço.

/manif

Limite de velocidade e falta de inspiração constantes...

Depois do empate no Dragão respetivo à terceira jornada da Liga dos Campeões era esperada uma outra atitude e, acima de tudo, um outro resultado neste novo jogo com o APOEL - desta feita no Chipre - mas... Correu tudo mal. 

Seria quase que um ato masoquista estar a relatar o jogo ou a comentar partes do mesmo, pelo que vou evitar fazê-lo, pelo menos hoje. 

Não se espera, como é óbvio e dada a época passada, assistir a uma mão cheia de jogo como o de ontem numa época, mas esta temporada isto parece já não ser novidade e o mais preocupante é que isto não é o pior. Muitos devem perguntar-se sobre o que é que eu estou a escrever, e talvez outros já tenham percebido (porque pelo que leio partilho da opinião de muitos de vós) que me refiro às palavras (e não só...) de Vítor Pereira: já era mau de mais não ter havido qualquer reação até ao minuto sessenta, sensivelmente, mas tudo piorou com as declarações do técnico no final do encontro, que apenas serviram para - e falo por mim - me tirarem todas as dúvidas que ainda podia ter em relação à sua (falta de) qualidade enquanto técnico principal.

Por aqui me fico em relação a este jogo, esperando que a nossa equipa consiga a neste momento quase impossível tarefa de se qualificar para os oitavos-de-final.

Não há melhor remédio para uma escorregadela

Depois do surpreendente empate em casa frente ao APOEL para a Liga dos Campeões a nossa equipa respondeu esta noite da melhor forma às críticas apontadas depois da exibição de quarta-feira. 

Uma goleada é sempre positiva, não só pelo número de golos apontados mas também para a moral da equipa, e depois de um deslize inesperado é o resultado perfeito. Cinco golos sem resposta escreveram o resultado desta noite (que para muitos foi, imagine-se, muito melhor que a exibição que, passo a citar, "foi fraca".....). Cinco foram os festejos que nos permitiram, depois de algumas horas fora dele, voltar ao primeiro lugar do campeonato (sim, na primeira volta e até ao segundo jogo entre as equipas empatadas o critério são os golos marcados, como disse a Liga Portuguesa de Futebol.

Apesar da extrema rotação de plantel, afinal foram cinco(!), a equipa acabou por responder da melhor forma e isso viu-se... nos golos e no resultado. Se por um lado há que controlar a felicidade do momento, há por outro que reconhecer uma clara melhoria - em eficácia, especialmente - em relação ao jogo do APOEL e continuar a trabalhar para que, já na próxima sexta-feira, possamos voltar a triunfar em pleno Dragão, frente ao Paços de Ferreira.

Regresso aos jogos com goleada esperada

Depois de uma pausa para os jogos de selecções (que não tenho por hábito comentar neste espaço, e neste caso felizmente...), eis o dia que marca o regresso aos jogos. A menos de cinco dias de enfrentar-mos o Apoel para a Liga dos Campeões, a terceira eliminatória da Taça de Portugal com... O Pêro Pinheiro.

Sem querer menosprezar a equipa do concelho de Sintra, teria sido mil e uma vezes melhor para a nossa equipa defrontar um plantel de maior qualidade, mas vamos ao jogo...

Não se esperavam dificuldades e, mesmo com uma equipa completamente renovada, assim foi. Defour e Belluschi chegaram a espalhar alguma magia no sintético de Pêro Pinheiro enquanto Alex Sandro, Iturbe e Kadu faziam as respectivas estreias em jogos oficiais com a (bonita) camisola do nosso clube. O resultado acaba por ser o menos interessante de comentar, dada a facilidade (apesar do esforço e empenho, há que confessar, da equipa da casa) com que a bola atravessava o meio campo do Pêro Pinheiro, de trás para a frente e de frente para a trás, da rede da baliza para o meio-campo, onde voltava minuto depois.

O jovem guarda-redes, tal como Bracali, pouco ou nada teve de fazer, pelo que não demonstrou o seu potencial, enquanto que Iturbe me fez, por vezes, pensar que James (Rodríguez) estava em campo, ao passo que Alex Sandro demonstrou que não está - de modo algum - habituado ao futebol português (digo isto devido a toda as faltas completamente necessária que cometeu, sem por vez alguma comprometer a nossa baliza).

Posto isto, e depois desta vitória, há que trabalhar e focar toda a energia no jogo com o Apoel, já na próxima quarta-feira, que se mostra de um carácter mais decisivo do que à partida para esta fase de grupos e antevia.

Depois da "mini-crise" estamos de regresso às vitórias

Parecia o fim do mundo, e eu próprio não andava muito satisfeito. Dois empates e uma derrota como três últimos resultados não é algo a que estejamos muito habituados no Futebol Clube do Porto.

Com a pausa para os jogos das selecções pela frente era ainda mais importante garantir os três pontos, para não perdermos a liderança [ainda que por um golo...]. Não se esperava um jogo fácil, até porque a Académica  atravessa uma boa fase - estava em causa o segundo lugar para a equipa dos estudantes -, e não o foi, de facto, mas ultrapassámos as dificuldades que nos foram postas.

Conseguimos contrariar bem a pressão alta e ao intervalo já vencíamos por 2-0 (com um golo de Walter[!!!] e outro de James, o inevitável). Seguiu-se uma gestão do encontro, e consequente quebra de rendimento, mas o melhor momento do jogo estaria para vir: o terceiro golo. De Helton para Moutinho e deste para James, que acabou por cruzar para Guarín e este, em frente à baliza, concretizou; uma jogada à Porto: rápida, bonita e eficaz. Confesso que tinha saudades de ver uma jogada destas terminar em golo.

E assim se escreveu a história do jogo que, apesar de não ter sido muito entusiasmante, nos deu três pontos.

Aniversário passado da pior forma

Em dia de comemoração do 118º aniversário deste magnífico clube o resultado tinha de ser outro.

Não há, mais uma vez, palavras para descrever aqueles noventa minutos.

As três primeiras linhas aqui redigidas poderiam perfeitamente ser o começo deste post, mas há que variar. E se neste jogo, frente ao Zenit, conseguimos entrar bem em campo e até marcámos o primeiro golo (logo aos dez minutos), os setenta minutos seguintes - porque, vá lá..., ainda conseguimos praticar um futebol razoável até ao golo da equipa da casa - foram uma autêntica desgraça.

Nem sei se se pode chamar àquilo falta de atitude, de ambição, mas uma coisa é certa: estamos com problemas físicos, mentais e de gestão. Os jogadores não têm a mesma capacidade que tinham no final da época passada (e esta ainda agora começou), não parecem estar tão bem mentalmente e... A gestão é terrível! 

Ora quando falo de gestão é claro que coloco de parte os jogadores - porque independentemente das exibições destes, nada podem fazer quando à táctica e gestão da equipa.

Não é a primeira nem a segunda vez (e palpito que não seja a última...) que Vítor Pereira peca nas alterações que faz na equipa e se não teve culpa na lesão do Kléber, teve culpa em - se calhar era melhor apresentar isto em formato de lista - manter o Fucile em campo até ao intervalo, porque adivinhava-se uma asneira do uruguaio, que acabou por acontecer, e teve culpa em tirar James para entrar Souza (não digo que não fosse necessário colocar um médio em campo, mas sinceramente fazia mais sentido colocar um defesa para colmatar a expulsão de... um defesa! Hulk para o meio não dá, e aqui Vítor Pereira voltou a falhar; voltando a James Rodríguez, era previsível que o técnico português tirasse um extremo (afinal de contas estavam três em campo) mas não seria melhor ter tirado Varela? É verdade que havia entrado há poucos minutos, mas James e Hulk têm mais hipóteses de resolver (ou ajudar a...) um jogo que Varela - então neste momento de forma do jovem avançado português.

Como se não bastasse, com a entrada de Souza Vítor Pereira colocou Fernando a... Defesa direito. Ora o brasileiro estava a ser o melhor em campo, cumprindo razoavelmente o seu papel de polvo, e de repente é recambiado para o sector defensivo. Impossível de compreender.

Alterações feitas, a segunda parte foi uma desgraça. Dois golos sofridos e resultado definido, que resultava na primeira perda de pontos na prova nesta época, depois da vitória em casa frente ao Shakhtar. São assim três os jogos consecutivos sem conseguir alcançar a vitória e, pior que isso, sem conseguir disputar os noventa minutos a um nível à Porto.

Empate no clássico do Dragão

Era o primeiro clássico da época e - depois de no ano passado termos construído boas memórias - queríamos voltar a triunfar em pleno Dragão.

Não se esperava um jogo fácil mas desde cedo se observou que o jogo era completamente dominado pela nossa equipa, pelo que o golo de Kléber já perto do final da primeira parte veio a favor da corrente.

Se na primeira parte tínhamos o jogo completamente controlado, no segundo tempo começámos por sofrer o golo que trazia, de novo, a igualdade. A resposta não tardou e Otamendi foi o responsável pelo regresso à liderança no marcador mas... A equipa adormeceu. E se na primeira parte não conseguimos marcar rapidamente o primeiro golo, na segunda parte deixámos de produzir jogadas de e com perigo durante largos minutos, o que acabaria por resultar num novo golo dos visitantes. O resultado não mais se alteraria e assim ficava o clássico, empatado.

Não é e nunca será um mau resultado empatar com os maiores rivais, mas em pleno Dragão não seria demasiado exigir uma vitória porque - feitas as contas - continuaremos empatados no primeiro lugar, se bem que com mais um golo marcado.

O próximo jogo está agendado para a próxima quarta-feira, em São Petersburgo frente ao Zenit, às 17horas portuguesas, e há que continuar o bom momento na Champions.

Empatámos o jogo da batata quente

Não há palavras.

Não há palavras para descrever o que se passou ontem, em pleno Estádio de Aveiro. Com uma falta de ambição (pelo menos assim o aparentavam) e de técnica tremenda, não fomos além de um empate a zero com o modesto Feirense. 

Esperava, muito honestamente, uma goleada, e mesmo com a equipa a sofrer algumas alterações tínhamos tudo para vencer por dois, três ou mesmo quatro, mas não estivemos num dia sim.

A pontaria aos ferros continua magnífica e já são oito os remates, oito(!) que vão parar ao metal nos últimos três jogos.

Sexta-feira, dia de jogo grande, têm de haver mudanças em relação ao jogo de ontem e - se tal acontecer - temos bastantes hipóteses de voltar a vencer o adversário no Dragão.

Regresso a casa pelo caminho mais complicado

Depois do jogo da Supertaça Europeia com o Barcelona, no Mónaco, tivemos uma jornada dupla pela frente - a contar para a Liga Portuguesa. Frente à União de Leiria e ao Vitória de Setúbal tínhamos claramente de garantir uma soma de seis pontos e assim foi, com um apagão (literalmente!) pelo meio e tudo.

Chegado o dia de hoje, Terça-Feira 13 de Setembro de 2011, ficava marcado o nosso regresso à Champions. Tal como em 2004 vínhamos de um ano na Liga Europa e, mais uma vez, recheado de sucesso (com o título a ser, desta feita, erguido em Dublin e não em Sevilha).

Os ucranianos do Shakhtar Donestk, com um plantel composto por muitos jogadores brasileiros - sete, à semelhança da nossa equipa -, tentavam a surpresa no Dragão e chegaram mesmo à vantagem. Hulk havia, minutos antes, falhado um penalty (com a bola a acertar no poste, e minutos antes o mesmo já havia rematado à barra [graças a um desvio do belga Defour]) e Helton teve um lance infeliz. O Shakhtar chegava, então, ao primeiro golo do Grupo G na fase de Grupos da Liga dos Campeões.

A reacção não tardou e rapidamente chegámos à igualdade, com um excelente pontapé de Hulk. Os nervos continuavam, ou pelo menos aparentavam estar, presentes nos nossos atletas, que apesar de tudo começaram a conseguir gerir melhor o encontro. 

Chegado o intervalo, a equipa voltou com uma boa atitude e ainda antes da hora de jogo chegou à reviravolta com... um lance estupendo de James Rodríguez (que mais uma vez foi dos melhores, se não o melhor, em campo), que assistiu Kléber para o seu primeiro golo na Champions League.

O Shakhtar não mais criou grandes oportunidades e conseguimos então a vitória no primeiro jogo da fase de grupos, ao mesmo tempo que o Apoel surpreendia o Zenit com uma vitória por 2-1. De destacar ainda a expulsão de Bruno Alves, que falhará assim o jogo na Rússia frente à nossa equipa.