Despeçam o bloco de notas...

Já contratámos mais um adjunto, já colocámos o outro na bancada, já adquirimos dois jogadores importantes para o plantel. Só falta mesmo mudarmos... de treinador.

Há muito que percebi que os blocos de notas constantemente presentes no banco da equipa não servem absolutamente para nada. Vítor Pereira escreve, escreve, mas acaba por não conseguir o que se pede: bom futebol e resultados.

Se na viagem a Lisboa arriscou, e muito bem, e conseguiu, ontem passou ao lado do encontro: quando, ao intervalo, se perde 0-1 em casa, é sempre relaxante saber que se tem no banco (como reforço do ataque que - até ao momento - não havia conseguido marcar golos) Djalma, Kléber e Cristian Rodríguez. Os dois primeiros entraram mesmo ao longo do encontro e um dos sacrificados voltou a ser Rolando. Repito, a substituição da Luz (entrou James Rodríguez) resultou, mas deita feita não.

A primeira parte foi uma desgraça e a segunda, apesar de ter sido escrita com mais tentativas de remate por parte da nossa equipa, não foi muito diferente. Resultado: empate a um golo, com um penalty (à terceira é de vez...) convertido por Hulk - que não poderá defrontar o Nacional, na Madeira, (na sexta-feira) precisamente devido a um erro da arbitragem, explícito no artigo do site oficial.

3 comentários:

rbn disse...

É um copy/paste do que escrevi hoje no Porta19, e se calhar muitos escreveram a mesma coisa na bluegosfera:

RBN diz:
10 de Março de 2012 às 13:28
Bom dia Jorge, o FCP não pode dar 45 minutos de avanço à Briosa, como andou a fazer noutros jogos que não no galinheiro.

Temos que matar logo o jogo ainda na 1ª parte, porque nós sabemos que num único lance ou remate fortuito do adversário, a coisa pode azedar para o nosso lado, tantas vezes já vimos este filme, e perdem-se pontos irrecuperáveis.

É isso que espero do FCP logo mais, e sabendo de antemão que o Braga joga mais cedo e os galináceos apenas amanhã, uma vitória hoje já colocava o FCP a 6 pontos do clube dos menstruados lisboanos, e teriam eles que entrar amanhã em Paços com toda a pressão em cima deles.

O que aconteceu hoje no Dragão?

ℙΣ₦₮∀ ➀➈➆➄℠ disse...

caro Gaspar, caríssimas(os),

"ser Porto" é termos um estado de alma capaz de suplantar emoções, como a de esta noite - em que esbanjámos dois pontos por culpa própria (e com uma ajudinha do árbitro) -, de mantermos a nossa cabeça bem erguida, de apresentarmos o nosso melhor sorriso às provocações - que já se (pres)sentem - e de prosseguirmos com o espírito crente (e ciente) de que, no final, venceremos!

"ser Porto" é, nesta altura de aperto e por muitas divergências que tenhamos para com quem lidera o nosso clube do coração, sermos capazes de o apoiar incondicionalmente, remando (com todos) para um mesmo lado, numa mesma direcção e com um fito comum: a conquista do campeonato nacional!

somos Porto!, car@go!
«este é o nosso destino»: «a vencer desde 1893»!

saudações desportivas mas sempre pentacampeãs a todas(os) vós! ;)

Miguel | Tomo II

Rui Anjos (Dragaopentacampeao) disse...

Decididamente O Porto desta época não convence! É uma equipa intermitente, capaz do melhor e do pior. Falta-lhe personalidade e estaleca de campeão.

Desta forma, vai colocar os adeptos com o coração nas mãos. Foi exactamente o que aconteceu na noite de ontem. Equipa com atitude displicente, sem inspiração e sem raça. Os jogadores nucleares estiveram todos em simultânea ausência e quando assim é, pouco ou nada há a fazer.

Se os processos ofensivos foram afectados por esse eclipse, os defensivos não dispensaram as abébias habituais, com Rolando como principal responsável pelo golo sofrido.

Enfim, quem assim joga não pode aspirar a ser campeão.

Depois de alguma esperança, renascida na semana passada, a desconfiança volta a pairar.

Esta equipa é imprópria para cardíacos.

Um abraço